terça-feira, 6 de agosto de 2013

Prefeitura atende pedido de moradores do Santa Terezinha


Prefeitura atende pedido
de moradores do Santa Terezinha

Reivindicações antigas foram atendidas, agora a população se mostra mais satisfeita

A Secretaria de Infraestrutura Urbana de Várzea Paulista, após receber alguns pedidos de moradores, realizou sexta-feira (2) um trabalho de extrema importância para quem mora na Rua Luiz Xavier Rezende, na Vila Santa Terezinha: o recape da via.
        A melhoria é uma solicitação antiga dos moradores, já que a rua era praticamente intransitável, conforme explica Evandro Gonçalvez: “A calçada pegava quase metade da rua e o esgoto corria a céu aberto. Nossa situação estava bem difícil”, relata.
        De acordo com Miguel Ramos, que há 10 anos mora no local, a busca por melhorias já se estende por nove anos. “Praticamente desde que moro aqui lutamos pelo asfaltamento. Antes não tinha como receber visitas, já que não havia como dois carros passarem pela rua”, conta.
        A via, de aproximadamente 300 metros, era revestida com material intertravado, o que causava desníveis na rua. Agora o local recebeu nova rede de esgoto, as calçadas foram refeitas e a rua asfaltada. Segundo o secretário de Infraestrutura Urbana, Renato Germano, o prefeito Juvenal Rossi, solicitou que a melhoria na via fosse priorizada. “O prefeito conhecia este problema e não negou esforços para solucioná-lo”, relata o secretário.
        O asfaltamento da via foi concluído no mesmo dia, liberando o trânsito no local.
A moradora Lucia Provasi conta que muitas obras estão sendo feitas na cidade, mas que o bairro estava sendo deixado de lado. Ela mencionou que desde novembro de 2012 abria chamados junto a Ouvidoria da Prefeitura e também junto a Secretaria de Infraestrutura. “Na Rua Valentina de Castro é impossível de andar nas calçadas para chegar à escola Aprillanti, mas isso se deve a atitudes dos próprios moradores que podaram uma cerca viva e deixaram os galhos na passagem”, salientou.


EE Mitiharu Tanaka completa 30 anos

Homenagem

EE Mitiharu Tanaka completa 30 anos

Projeto “Tanaka 30 anos” idealizado por Cibele Dias Melo e Eliane Cristina Praxedes envolve toda a comunidade escolar

João Pachelli

Cibele Dias Melo, idealizadora
Um dos objetivos desse grande projeto é incluir todos os alunos para a plena realização dessa homenagem que busca resgatar não só as lembranças de um grande homem que teve sua história tragicamente ceifada quando era prefeito de Campo Limpo Paulista, mas também resgatar a identidade e auto-estima de alunos.
Em maio deste ano ocorreu, na Câmara Municipal de Campo Limpo Paulista um evento que exibiu a biografia de Tanaka com fotos antigas. Alunos do primeiro ano do ensino médio entrevistaram os familiares e amigos do homenageado para saber como era a vida dele como cidadão, esportista, político, etc.
Cibele Melo, uma das idealizadoras disse que foi muito emocionante a solenidade na Câmara em Campo Limpo.
Informou ainda que a ideia é que o projeto seja realizado durante o ano todo. “Alguns atos, como ter ido até o cemitério valeram muito a pena. As histórias contadas pelas autoridades da época sobre a vida de Tanaka são maravilhosas”, comentou.
Os professores atuaram diretamente no projeto que terá seu fechamento na última semana de agosto com um evento de encerramento.

Atividades


Algumas atividades estão previstas como: construção do futuro hino Tanaka, entrevistas com ex-alunos, ex-professores, ex-funcionários, - para ter uma noção de como era a escola no passado-, medidas da escola, mural com fotos, gráficos com a porcentagem de alunos por bairro, dança dos anos 80, criação de um livro sobre a história dos alunos de Tanaka, alunos advindos de outros Estados, letreiro feito com mosaico de figuras geométricas e criação de música para a escola.
A exposição do acervo de fotos acontecerá no dia 20 de setembro na Escola Estadual Mitiharu Tanaka.

Para mais informações  entre em contato pelo telefone (11) 4595-1194

O PERIGO DE USAR LENTES DE CONTATO

Saúde

O PERIGO DE USAR LENTES DE CONTATO

Especialistas alertam sobre os riscos de usar lentes constantemente ou usar próximo a altas temperaturas

João Pachelli

Depois de muita gente postar fotos no Facebook sobre alguns danos oculares causados pelo uso ou mal uso de lentes de contato, todos estão mais cautelosos quanto aos riscos gerados.
Muita gente faz uso de lentes para corrigir algum problema na visão, outras pessoas usam apenas para mudar a cor dos olhos e ter um novo visual.
Dra. Amaryllis Avakian
Os prejuízos que o uso incorreto podem provocar na saúde são múltiplos e às vezes irreversíveis. A maioria dos frascos não vem com instruções de uso, e quem não se previne e abusa desse acessório pode acabar contraindo úlcera de córnea, conjuntivite alérgica, irritação ocular e cegueira.


A oftalmologista, Dra. Amaryllis Avakian, relata que é de extrema importância tomar muito cuidado com o uso das lentes de contato. “Existem lentes que corrigem a miopia (dificuldade para enxergar de longe) e a presbiopia (dificuldade para enxergar de perto), porém o conforto que proporcionam não é grande e devem ser usadas por pouco tempo em situações sociais — almoços em restaurantes, festas, casamentos — às quais não se quer comparecer usando óculos. Elas não são indicadas, por exemplo, para indivíduos com comprometimento da visão para longe e para perto, que pretendam usá-las o dia inteiro”, esclareceu.
Algumas medidas são fundamentais antes da compra e do uso de lentes de contato. A primeira é antes de tudo consultar o oftalmologista, pois é ele quem irá avaliar se existem sinais de risco para cada caso, analisando todo o olho.
Após a compra das lentes outra dica fundamental: higiene em seu manuseio. Coisas simples como lavar as mãos, fazer uma boa assepsia nas lentes de forma constante e própria (o próprio médico informa como de ser feito).

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Brasileiros sentirão o impacto da alta do dólar

Economia

Brasileiros sentirão o impacto  da  alta do dólar

Segundo especialistas com o fortalecimento da moeda norte-americana, não só as indústrias, mas toda população brasileira sentirão no bolso que o impacto não é pequeno


João Pachelli 

Múcio Zacharias, economista
De início o Banco Central (BC) pareceu não dar muita bola. Logo que começaram as movimentações mais bruscas do dólar, diretores da instituição afirmavam que a oscilação tendia a ser de pequena magnitude e que o repasse aos preços seria atenuado. Três meses depois, o discurso é outro.
Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a recente alta do dólar não Brasil, que faz parte de um movimento internacional de valorização da moeda dos EUA, motivada pela sinalização do Federal Reserve (BC dos Estados Unidos), está sendo verificada, mas que os mercados exageram e até se antecipam aos movimentos. “É necessário haver uma acomodação e  uma adaptação em relação ao novo cenário nos Estados Unidos. Isso está mexendo com os mercados”, afirmou.

Está havendo uma verdadeira crise de credibilidade com relação aos países emergentes, principalmente no Brasil. A crise de credibilidade aliada a uma crise de identidade que o país vem sofrendo ultimamente culmina na desvalorização do Real. O impacto da alta do dólar deverá gerar pressão em todos os pontos da economia, e que obrigará empresários, políticos e assalariados analisarem muito bem o cenário econômico nacional daqui para frente.

Professor Paulo Grandi,
Para o Economista consultor da Economies Assessoria Econômica, Múcio Zacharias, é uma questão de fuga de capitais. “Os Estados Unidos diminuirá o fluxo de moeda no mundo por ser um país conservador e por haver uma incredibilidade perante os países emergentes. O reflexo será a inflação de juros onde muitos equipamentos e aparelhos ficarão mais caros. A expectativa para a economia brasileira neste semestre não é nada boa”, enfatizou.
Haja vista que essa situação irá refletir-se em todos os seguimentos, poderá haver muitas demissões. Os empresários tendo baixa lucratividade e altos investimentos, não sobra outra opção senão demitir funcionários. Nos últimos 3 anos a inflação chegou a elevar-se de 18 a 20% e a previsão, segundo os especialistas é de que haverá um afrouxamento no aumento salarial e até no crédito.


De acordo com o diretor administrativo e financeiro, Paulo Grandi, as importações podem ter uam participação efetiva nessa valorização do dóalr. “Devemos lembrar que quase 25% dos produtos consumidos em nossa economia são importados, resultando em impacto inflacionário quando a moeda norte-americana se valoriza. O governo, através do banco central, reconhece pressão do dólar na inflação e tenta minimizar os efeitos com política de juros definindo as taxas básicas num patamar mais alto, podendo atingir no final deste ano 9,25% a.a”, esclareceu.


Efeitos do dólar alto

O dólar alto aumenta a competitividade das vendas externas brasileiras, tornando-as mais baratas, e também encarece as importações. Ao mesmo tempo, porém, também pode impulsionar a inflação, uma vez que torna a compra de produtos importados do exterior mais caros, e esses preços mais altos são repassados para o mercado interno. Dólar alto também impacta empresas com dívida em moeda norte-americana - cujo valor, em reais, fica maior.

domingo, 4 de agosto de 2013


Cidade

Prefeitura de Várzea Paulista realiza replantio de coqueiros

João Pachelli

Devido às obras do novo empreendimento que está sendo construído na cidade, três coqueiros da espécie Jerivá, Palmeira nativa da mata Atlântica, foram retirados e levados para a praça na Rua Potiguara, no Jardim Gianfrancesco.
O remanejo foi feito conforme o sistema de replantio previsto em lei e o ato foi acompanhado por Flávio Otávio Pascoal, secretário-interino de obras, urbanismo e meio ambiente.
Pascoal afirma que o transporte foi realizado com todo o cuidado possível. “Esse tipo de Palmeira possui grande resistência no transplante, mesmo quando adulta.”, comentou.
Ao todo foram remanejados três coqueiros, dois de 4 metros e um de 12 metros.
A ação foi importante pois há escassez de árvores nativas no município, e essa doação feita pela família Nivoloni foi de extrema relevância.

Alguns dados
Os coqueiros Jerivás plantados em solo varzino têm aproximadamente 20 anos.

Tem um crescimento moderado, com uma altura média de dez a doze metros (chegando a ter mais de quinze metros). A planta chega a produzir cerca de 140 quilogramas de fruto (Coquinho) e fornece também palmito para alimentação humana.

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