sexta-feira, 21 de março de 2014

Maior do que Pelé', Leônidas da Silva, o Diamante Negro, completaria 100 anos

Maior do que Pelé', Leônidas da Silva, o Diamante Negro, completaria 100 anos

Craque precursor do marketing e da bicicleta, ele foi uma das primeiras estrelas do futebol brasileiro


Qual jogador de futebol poderia dizer que foi tão ou mais importante para o futebol brasileiro que Pelé? Nos dias de hoje, nenhum. Igual a Pelé, dá para contar nos dedos de uma mão. Se estivesse vivo, Leônidas da Silva pudesse ser esse cara. O craque do Flamengo, do Botafogo, do São Paulo e, especialmente, do Brasil, completaria nesta sexta feira 100 anos de idade. Pioneiro do marketing no esporte, inventor da bicicleta no futebol, o Diamante Negro foi isso é muito mais.


"Ele foi, especialmente, alguém muito importante para mim", diz Albertina Pereira dos Santos, viúva do atacante e guardiã de sua memória. E não só para ela. Campeão carioca, campeão paulista, Leônidas fez a alegria de torcedores durante quase 20 anos. No final da década de 1930, o craque não era a cara de apenas um clube. Ele era a cara do Brasil. Artilheiro da Copa do Mundo em 1938, com sete gols (originalmente eram oito, mas a Fifa retirou um, marcado contra a Checoslováquia), ganhou dos franceses o apelido de "Homem Borracha" devido à facilidade para saltar. Quatro anos depois, quando desembarcou no Tricolor Paulista, em 1942, viu mais de 70 mil pessoas lotarem o Pacaembu no recorde do estádio até hoje para ver sua estreia diante do Corinthians (o jogo terminou empatado em 3 a 3). Isso após passar oito meses preso, por falsificação do certificado de reservista do exército.

"Não houve nada parecido na época. As manchetes eram escandalosas. O São Paulo foi buscar no Rio o que havia de melhor na época e pagou uma grande quantia para tanto", conta o jornalista André Ribeiro, autor da biografia "Diamante Negro", que relata em detalhes a vida do craque. O São Paulo teve de desembolsar 200 contos de réis (algo que, se convertido pelo salário mínimo da época de 240 mil réis, seria hoje por volta de R$ 560 mil - portanto, um Paulo Henrique Ganso vale 40 Leônidas).
Não havia também nada parecido em termos de futebol. O "Diamante" era um craque sem comparação. Desde moleque, mostrava que seria diferenciado, em especial quando trocava sem pestanejar a bola de meia pela escola. "A gente jogava contra um time de marmanjos, de barba na cara, quase adultos e não perdia", lembrou Leônidas em uma entrevista aoEstadão em 11 de maio de 1980.
Daí passou pelo varzeano Fonseca Lima F.C, pelo Abanesa F.C, Barroso F.C, Sírio Libanês, Bonsucesso, Peñarol do Uruguai, Vasco, Botafogo, Fluminense, Flamengo até chegar finalmente no São Paulo, último clube de sua carreira, encerrada em 1949. "Ele ainda era o melhor jogador do Brasil qundo parou. Anos depois, conversei com o Flávio Costa (técnico da seleção brasileira) e ele admitiu: 'errei por não ter levado Leônidas para a Copa do Mundo em 1950'", conta André Ribeiro.
MUNDIALSua primeira participação em Copas do Mundo foi em 1934, quando fez o único gol do Brasil naquele mundial, na derrota por 3 a 1 para a Espanha. Segundo o próprio atleta, a viagem desgastante e sem a oportunidade de treinar a bordo do navio Conte Biancamano foram fundamentais para o desempenho ruim do time. Quatro anos depois, a história foi diferente. "Em 1938 foi organizada uma boa seleção. Houve a pacificação do futebol carioca e todos os bons jogadores puderam ser convocados", lembrou Leônidas, 33 anos atrás. Ele não entrou em campo contra a Itália, na partida que eliminou o Brasil. "Naquele grupo tinha muita gente que afinava, mas eu não joguei porque estava machucado mesmo".
CIUMENTOLeônidas da Silva não media palavras diante de seus interlocutores. Nem ações. Ficou famoso dentro das quatro linhas pelo futebol e pelo temperamento fora delas. Ele afirmava: "Apesar de dizerem que eu era genioso, indisciplinado como jogador, eu sabia acatar ordens". "Eu fui muito feliz com ele, mas ele era muito ciumento", lembra Dona Albertina. Após encerrar a carreira como jogador, Leônidas foi técnico do São Paulo por 73 jogos. Mas seu gênio o prejudicou. "Fracassei pelo meu temperamento".
MAIOR QUE O REIDentro de campo, seu desempenho foi a antítese do fracasso. No São Paulo foram 144 gols em 211 jogos. O atacante foi cinco vezes campeão paulista. Por crueldade do destino, viu o período de glórias da seleção brasileira como comentarista. Mas seu números o credenciam na seleção: 37 jogos (19 oficiais e 18 não oficiais), 37 gols (21 em jogos oficiais e 16 em não oficiais). Média de gols maior que Pelé (1 contra 0,83 do Rei) e empatada com a de Quarentinha (atacante do Botafogo que defendeu a seleção de 1959 a 1963 e fez 17 gols em 17 partidas). Quando morreu, em 24 de janeiro de 2004, em Cotia, sofrendo de Alzheimer, o ex-goleiro do Palmeiras e adversário de Leônidas, Oberdan Catani, definiu o que foi o Diamante Negro: "Era maior que Pelé".

Vergonha! Desvio de verba pública é denuncia no Proteste Já do CQC

Vergonha! Desvio de verba pública é denuncia no Proteste Já do CQC

Oscar Filho, repórter do CQC é agredido por jornalista durante matéria sobre desvio de verba do Fundeb, em Esperantina, Piauí.



sexta-feira, 7 de março de 2014

Um dia para homenagear as bravas lutadoras que estão cada vez mais conquistando seu espaço na sociedade

Um dia para homenagear as bravas lutadoras que estão cada vez mais conquistando seu espaço na sociedade



De onde surgiu o Dia Internacional da Mulher? 

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.


A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data 

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras 

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História 

- 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
- 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos
- 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
- 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
- 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
- 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
- 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
- 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
- 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
- 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
- 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

quarta-feira, 5 de março de 2014

Itupeva X Jundiaí: Os ingredientes para uma grande partida

Itupeva X Jundiaí: Os ingredientes para uma grande partida

Um grande jogo entre duas equipes de cidades vizinhas e que promete ser um grande duelo. Um prato cheio para o público

Da assessoria

No dia 18 de março de 2013, a equipe feminina de Itupeva fazia sua estreia na Copa TV TEM diante das donas de casa Jundiaí, no Ginásio Doutor Romão de Souza. Passados 345 dias, o Centro Esportivo volta a ser o palco para o remake entre itupevenses e jundiaenses pela primeira rodada da Copa.
Aquele primeiro encontro entre as equipes foi marcado pela ótima atuação da arqueira Maíra, que fechou a meta da equipe jundiaiense, ajudando para que as donas da cosa levassem a melhor e vencessem por 3 a 1.
O segundo duelo entre Itupeva e Jundiaí aconteceu pelas semifinais da mesma edição da Copa, no mesmo palco da primeira partida e, desta vez, foi a goleira itupevense, Jaísa, o destaque do jogo e responsável por fazer a diferença no placar final, 2 a 1 para Itupeva, resultado que levou as itupevenses para a inédita final do torneio (o feminino de Itupeva acabou ficando com o vice-campeonato, após perder nos pênaltis para Itu).

“Itupeva versus Jundiaí será um jogaço, ano passado perdemos e vencemos elas, foram partidas pegadas e difíceis, este ano será igual, Jundiaí tem uma grande equipe e nós também, então quem errar menos vai ficar com a vitória nesse que será um confronto tão equilibrado”, diz o técnico itupevense Saulo Barduzzi, acreditando em um grande encontro entre as duas equipes.

Quem também acredita em um jogo equilibrado é o comandante jundianense, Lucas Marqueti, destacando a manutenção da base de sua equipe e deixando um mistério de como vão jogar: “Tem tudo para ser uma grande partida entre as duas partes, a equipe de Itupeva vem forte e nós mantivemos a base do nosso time, não posso adiantar como entraremos na quinta, pois isso decidiremos ainda na próxima semana”.

Barduzzi também despista a forma que sua equipe entrará em quadra, destacando a manutenção da base da equipe do ano passado e valorizando a maior agilidade de sua equipe para esta edição da Copa: “Não dá para saber a nossa postura dentro de quadra, pois não sabemos como será o jogo, mas nossa equipe manteve a base do ano passado e estamos com um elenco mais leve este ano, o que nos permite deixar um toque de bola menos cadenciado e sermos mais objetivos, jogando de forma agressiva no ataque às vezes, indo para cima mesmo, marcando sobre pressão”.

Marqueti acredita q a união que suas comandas têm dentro e fora de quadra pode ser um fator decisivo a seu favor para o duelo: “Como o lema dos mosqueteiros ‘um por todos e todos por um’ a união que o meu grupo têm dentro e fora da quadra pode nos ajudar na hora da decisão.”.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Paulista perde mais uma e goleiro vira alvo da torcida jundiaiense

Paulista perde mais uma e goleiro vira alvo da torcida jundiaiense

Diante de sua torcida, em duelo de galos, o de Jundiaí sai derrotado novamente. Já são oito derrotas e dois empates, uma campanha vergonhosa

João Pachelli

Goleiro Juliano comete pênalti e leva cartão amarelo
O Paulista amargou mais uma derrota, desta vez perdeu o duelo dos galos e se complicou ainda mais na tabela do Campeonato Paulista. Se o time de Jundiaí perder no sábado diante do Rio Claro, combinado com vitórias de Oeste e Atlético Sorocaba sacramenta o rebaixamento do tricolor.

O time jogou bem no primeiro tempo, lutou, correu, marcou dois gols e mostrava que iria, enfim conquistar a primeira vitória no Paulistão.
Impressionantemente, parece que tomaram alguma coisa no vestiário que fez mal. o time parou de jogar, o goleiro Juliano tomou 2 gols inacreditáveis e ainda cometeu um pênalti infantil e o que parecia inconcebível aconteceu, o Galo da Japi tomou a virada e perdeu mais uma acabando com qualquer esperança de fugir da série A-2.



Comemoração com estilo
Por alguns minutos, os torcedores até se esqueceram dos dirigentes e do técnico. O alvo da fúria da torcida desta vez foi o goleiro Juliano que, inseguro, jogou muito abaixo do esperado. Com saídas equivocadas em cruzamentos e cometendo pênalti bobo, além de estar apático o jogo todo, o arqueiro do Galo de Jundiaí sentiu que não era a noite dele. Entre palavrões e gestos o torcedor esbravejou, "volta para o Guarani", "frangueiro, você acabou de afundar o Paulista".

O Jogo

O Atlético Sorocaba possibilitou que o Paulista crescesse no início. Aos 14 minutos, Emerson cobrou falta para a equipe de Jundiaí e viu a bola passar dando susto no goleiro Deola.
O Galo sorocabano estava acuado no campo de defesa. Aos 18 minutos, após cobrança de Crystian para dentro da grande área, a bola passou por todo mundo e o zagueiro Diego Macedo esticou os pés e, de carrinho, empurrou para o fundo das redes.
Nem acabou de comemorar o primeiro gol, os torcedores do Paulista viram o segundo. Aos 20 minutos, em um contra-ataque muito rápido, Diego Rosa deu um passe açucarado para o atacante Carlão, que não teve a menor dificuldade para chutar na saída de Deola e anotar mais um para o clube de Jundiaí.
O único chute do Atlético Sorocaba ao gol veio apenas aos 40 minutos. Danilo Alves arriscou para o gol, mas pegou mal na bola e facilitou a defesa de Juliano. Com o bom placar, o Paulista acabou a primeira etapa da mesma forma que começou: dominando o adversário.
No segundo tempo, a primeira boa chance dos donos da casa veio aos três minutos, com um chute de primeira de Jô, que pegou bem na bola, mas errou o alvo por pouco e viu a redonda ir embora pela linha de fundo.
No segundo tempo notava-se o Paulista mais recuado, querendo garantir o resultado. O Galo da Japi cochilou em campo e em cobrança de falta, Douglas Packer mandou a bola em direção ao gol, ela passou por todo mundo e, com desvio, trincou a trave de Juliano. Na cobrança de escanteio, Robson chutou, novamente, na trave.
Melhor e mais insistente, o Sorocaba chegou ao primeiro gol logo em seguida. Douglas Parcker chutou de muito longe e Juliano aceitou. Insistente, o Atlético voltou ao ataque, para evitar o gol, o arqueiro do time de Jundiaí cometeu pênalti. Danilo Alves não teve dificuldades em converter a cobrança e empatar a partida no estádio Jayme Cintra.
O técnico Marcio Bittencourt promoveu mudanças no time, sem sucesso. Com a zaga perdida em campo, aos 17, Robson, no meio da grande área, aproveitou cruzamento e chutou para virar o jogo para os visitantes.
Após tomar o terceiro gol o Paulista estava completamente perdido em campo, sem jogadas criativas e sem brio dos atletas e somente levando perigo em jogadas de bola parada não conseguia furar a retranca do Atlético. A torcida saiu irritada do estádio após ver o time perder mais uma e ter a pior campanha do Estadual com apenas dois pontos ganhos.
FICHA TÉCNICA 
PAULISTA x ATLÉTICO DE SOROCABA
Local: Estádio Doutor Jayme de Ulhôa Cintra, em Jundiaí-SP
Data: 23 de fevereiro de 2014, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília) 
Árbitro: Marcelo Rogério
Assistentes: Daniel Luís Marques e Patrícia Carla de Oliveira
Cartões amarelos: Emerson, Juliano, Márcio Pitt e Mineiro (Paulista), Thiago Costa e João Paulo (Sorocaba) 
Gols: Paulista: Diego Macedo, aos 18 do PT e Carlão, aos 20 do PT. Sorocaba: Douglas Packer, aos 8 do ST, Danilo Alves, aos 11 do ST e Robson, aos 17 do ST
PAULISTA: Juliano; Pacheco, Diego Macedo, Émerson e Victor Hugo; Mineiro, Dodó (Márcio Pitt), Diego Rosa (Bachin) e Crystian (Umberto); Carlão e Jô 
Técnico: Márcio Bittencourt
ATLÉTICO DE SOROCABA: Deola; Danilo Santos, Thiago Costa, João Paulo (Anderson Bartola) e Ivan; Fernando, Douglas Packer, Marcinho e Matheus (Robson); Michel e Danilo Alves 
Técnico: Roberto Cavalo

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