sábado, 29 de março de 2014

Campanha do Agasalho do Fundo Social de Solidariedade Campo Limpo Paulista

Campanha do Agasalho do Fundo Social de Solidariedade Campo Limpo Paulista 

Todo ano acontece a campanha que aquece a quem mais necessita nessa época em que as temperaturas começam despencar


No próximo dia 31 de marco, às 10 horas, na Câmara de Campo Limpo Paulista, localizada na avenida  Adherbal da Costa Moreira, 255, será lançada a Campanha do Agasalho/ 2014, com as presenças do prefeito José Roberto de Assis,  da primeira dama Maria Catarina B. de Assis e da presidente do Fundo Social de Solidariedade do município, Maria Olívia Gonçalves Pereira Pinto.


O trabalho de coleta de doações irá envolver toda a cidade e o material obtido será direcionado para famílias carentes, já previamente cadastradas junto ao Fundo Social de Solidariedade.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Happy Porto Alegre: grupo de amigos vai para rua dançar... e protestar!

Happy Porto Alegre: grupo de amigos vai para rua dançar... e protestar!


Marchas? Caminhada? Passeata? Nada disso! Cansados dos hospitais lotados, falta de segurança e das obras que não acabam nunca transformando o trânsito da cidade em um verdadeiro inferno na terra, um grupo de amigos de Porto Alegre resolveu ir pra rua protestar e dançar. Isso mesmo: dançar.
Ao som do sucesso da "Happy", do produtor e cantor Pharrell Williams, moradores da capital fizeram o vídeo Porto (un)Happy (que você assiste acima). As locações são obras inacabadas e sem data de previsão para serem entregues. O vídeo foi inspirado na também paródia UnHappy We are Curitiba.
Em comunicado divulgado à imprensa os idealizadores do vídeo explicam suas intenções:
A iniciativa não está ligada a nenhum outro grupo contra os eventos da cidade, e sim, surgiu do cansaço de ficar somente sentados esperando alguém fazer alguma coisa. Esse é um projeto de reeducação e por amarmos (ou gostarmos) muito da cidade em que vivemos, resolvemos mostrar o que não anda dando certo e o que Porto Alegre precisa melhorar.
E aí, vale seu compartilhamento? Clique nos botões acima e ajude a espalhar a mensagem! Ou ainda... que tal fazer um na sua cidade?

                 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Que PENA, o São Paulo é batido nos pênaltis e não se classifica para as semi do Paulistão

Que PENA, o São Paulo é batido nos pênaltis e não se classifica para as semi do Paulistão

Após ter ajudado a eliminar o arquirrival Corinthians, São Paulo toma castigo contra o Penapolense, em pleno Morumbi

João Pachelli

O São Paulo era o time a ser batido, era o favorito. O time estava completo, era basicamente o que o carrancudo Muricy Ramalho tinha de melhor para colocar em campo.
O Penapolense mostrou desde o início que o esquema tático estava todo desenhado para se defender e contra-atacar. Luís Fabiano, até então artilheiro do Campeonato Paulista estava com moral e foi anulado pela forte amrcação do sistema defensivo do time de Penápolis.

O time do Morumbi, na primeira etapa já mostrava um futebol sem criatividade e as únicas vezes que chegava ao ataque com alguma qualidade esbarrava nos zagueiros ou isolava a bola nos arremates. O destaque do São Paulo foi Osvaldo que dava velocidade pela ponta esquerda e tentava fazer a bola chegar aos atacantes, mas no segundo tempo cansou. 

Penapolense

O time que teve uma das melhores campanhas desde que chegou à elite do futebol paulista no ano passado, sendo a 6ª melhor defesa da atual edição do Paulistão e dando trabalho para times grandes como Corinthians e Santos, mostrou, em pleno Morumbi que não está para brincadeira e promete ser uma pedra na chuteira do time da baixada santista. Lembrando que o Santos foi a melhor equipe da primeira fase, porém levou uma sonora goleada de 4 a 0 do Penapolense.

Na reedição das quartas de final do Campeonato Paulista de 2013, vencida pelo São Paulo, o Penapolense se vingou no Morumbi na noite desta quarta-feira e fez história, se classificando para a semifinal do Estadual pela primeira vez. Depois de um empate sem gols no tempo normal, o time do interior venceu por 5 a 4 - o goleiro Samuel pegou a cobrança de Rodrigo Caio. O adversário nas semifinais será o Santos, que goleou a Ponte Preta por 4 a 0, também nesta noite, na Vila Belmiro.

"No ano passado, não tivemos a felicidade de ganhar. Desta vez, o final foi feliz. A gente merecia essa classificação. Trabalhamos por isso", disse o meia Neto, que cobrou a última penalidade. "Eles não tiveram nenhuma chance de gol. Jogamos melhores que eles [São Paulo] e fomos merecedores dessa vaga", salientou o volante Petros, um dos melhores em campo.

FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO (4) 0 X 0 (5) PENAPOLENSE

Local: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/Hora: 26 de março de 2014, às 22h
Árbitro: Alessandro Darcie
Assistentes: Mauro André de Freitas e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Público/Renda: 16.955 torcedores/R$ 406.425,00
Cartões amarelos: Wellington, Luis Fabiano e Maicon (SAO); Alexandro, Petrus, Gualberto, Rodrigo Biro e Rodinei (PEN)

DECISÃO POR PÊNALTIS:
Rogério Ceni (gol), Luis Fabiano (gol), Rodrigo Caio (perdeu), Ganso (gol) e Osvaldo (gol) (SAO)
Guaru (gol), Petrus (gol), Washington (gol), Douglas Tanque (gol) e Neto (gol) (PEN)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Ganso; Pabon (Ademilson, 13'/2ºT), Osvaldo e Luis Fabiano. Técnico: Muricy Ramalho.

PENAPOLENSE: Samuel; Rodinei, Jaílton, Gualberto e Rodrigo Biro; Liel, Washington, Petrus e Guaru; Alexandro (Neto, 34'/2ºT) e Douglas Tanque. Técnico: Narciso.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Capitão da seleção brasileira em 58, Bellini morre na capital paulista

Capitão da seleção brasileira em 58, Bellini morre na capital paulista

Bicampeão do mundo, ex-zagueiro teve passagem marcante pelo Vasco. Jogou também por São Paulo e Atlético-PR. Ele sofria de Mal de Alzheimer


Fonte: Globo Esporte

O Brasil perde mais um campeão do mundo. Capitão da seleção brasileira na conquista de sua primeira Copa, em 1958, Bellini morreu nesta quinta-feira, aos 83 anos, em São Paulo. Há cerca de dez anos, ele sofria de Mal de Alzheimer e vivia entre idas e vindas ao hospital. Internado nesta semana, ele não resistiu. O ex-zagueiro, que nasceu em 7 de junho de 1930, será velado nesta sexta-feira no salão nobre do estádio do São Paulo, no Morumbi. À noite, o corpo será levado para Itapira, sua cidade natal no interior de São Paulo, onde será enterrado, no sábado.
Bellini levanta taça Jules Rimet seleção brasil campeão mundial 1958 (Foto: Agência Estado)Bellini e o gesto que entrou para a história do futebol mundial após a conquista da Copa de 1958 (Foto: Agência Estado)


- Na Copa de 58, ele foi um dos jogadores que me deu muitas orientações, porque era um dos mais experientes. Eu tinha 17 anos, era muito jovem e tudo para mim era novidade. É uma perda muito grande para o futebol brasileiro - disse Pelé ao receber a notícia.
Hideraldo Luís Bellini foi quem imortalizou o gesto de levantar a taça de campeão sobre a cabeça. Em 1958, na Suécia, ele era um dos líderes da equipe que encantou o mundo e venceu o time da casa na final por 5 a 2. Zagueiro, ele também esteve na conquista do bi, em 1962, no Chile, e no Mundial de 1966, na Inglaterra.
- Um grande amigo, excepcional jogador, líder, grande capitão. Foi o primeiro a erguer a taça de campeão mundial, um gesto que depois todos repetiram no Brasil e no Mundo. Foi um zagueiro de grande vigor físico, excepcional no jogo aéreo, firme por baixo. Não tinha uma técnica apurada, como Mauro Ramos de Oliveira ou Ramos Delgado,mas compensava com vigor fisico extraordinário. Exercia forte liderança. Nasceu para ser capitão, líder e para jogar futebol - afirmou Pepe, também bicampeão mundial em 1958 e 1962.

Maior do que Pelé', Leônidas da Silva, o Diamante Negro, completaria 100 anos

Maior do que Pelé', Leônidas da Silva, o Diamante Negro, completaria 100 anos

Craque precursor do marketing e da bicicleta, ele foi uma das primeiras estrelas do futebol brasileiro


Qual jogador de futebol poderia dizer que foi tão ou mais importante para o futebol brasileiro que Pelé? Nos dias de hoje, nenhum. Igual a Pelé, dá para contar nos dedos de uma mão. Se estivesse vivo, Leônidas da Silva pudesse ser esse cara. O craque do Flamengo, do Botafogo, do São Paulo e, especialmente, do Brasil, completaria nesta sexta feira 100 anos de idade. Pioneiro do marketing no esporte, inventor da bicicleta no futebol, o Diamante Negro foi isso é muito mais.


"Ele foi, especialmente, alguém muito importante para mim", diz Albertina Pereira dos Santos, viúva do atacante e guardiã de sua memória. E não só para ela. Campeão carioca, campeão paulista, Leônidas fez a alegria de torcedores durante quase 20 anos. No final da década de 1930, o craque não era a cara de apenas um clube. Ele era a cara do Brasil. Artilheiro da Copa do Mundo em 1938, com sete gols (originalmente eram oito, mas a Fifa retirou um, marcado contra a Checoslováquia), ganhou dos franceses o apelido de "Homem Borracha" devido à facilidade para saltar. Quatro anos depois, quando desembarcou no Tricolor Paulista, em 1942, viu mais de 70 mil pessoas lotarem o Pacaembu no recorde do estádio até hoje para ver sua estreia diante do Corinthians (o jogo terminou empatado em 3 a 3). Isso após passar oito meses preso, por falsificação do certificado de reservista do exército.

"Não houve nada parecido na época. As manchetes eram escandalosas. O São Paulo foi buscar no Rio o que havia de melhor na época e pagou uma grande quantia para tanto", conta o jornalista André Ribeiro, autor da biografia "Diamante Negro", que relata em detalhes a vida do craque. O São Paulo teve de desembolsar 200 contos de réis (algo que, se convertido pelo salário mínimo da época de 240 mil réis, seria hoje por volta de R$ 560 mil - portanto, um Paulo Henrique Ganso vale 40 Leônidas).
Não havia também nada parecido em termos de futebol. O "Diamante" era um craque sem comparação. Desde moleque, mostrava que seria diferenciado, em especial quando trocava sem pestanejar a bola de meia pela escola. "A gente jogava contra um time de marmanjos, de barba na cara, quase adultos e não perdia", lembrou Leônidas em uma entrevista aoEstadão em 11 de maio de 1980.
Daí passou pelo varzeano Fonseca Lima F.C, pelo Abanesa F.C, Barroso F.C, Sírio Libanês, Bonsucesso, Peñarol do Uruguai, Vasco, Botafogo, Fluminense, Flamengo até chegar finalmente no São Paulo, último clube de sua carreira, encerrada em 1949. "Ele ainda era o melhor jogador do Brasil qundo parou. Anos depois, conversei com o Flávio Costa (técnico da seleção brasileira) e ele admitiu: 'errei por não ter levado Leônidas para a Copa do Mundo em 1950'", conta André Ribeiro.
MUNDIALSua primeira participação em Copas do Mundo foi em 1934, quando fez o único gol do Brasil naquele mundial, na derrota por 3 a 1 para a Espanha. Segundo o próprio atleta, a viagem desgastante e sem a oportunidade de treinar a bordo do navio Conte Biancamano foram fundamentais para o desempenho ruim do time. Quatro anos depois, a história foi diferente. "Em 1938 foi organizada uma boa seleção. Houve a pacificação do futebol carioca e todos os bons jogadores puderam ser convocados", lembrou Leônidas, 33 anos atrás. Ele não entrou em campo contra a Itália, na partida que eliminou o Brasil. "Naquele grupo tinha muita gente que afinava, mas eu não joguei porque estava machucado mesmo".
CIUMENTOLeônidas da Silva não media palavras diante de seus interlocutores. Nem ações. Ficou famoso dentro das quatro linhas pelo futebol e pelo temperamento fora delas. Ele afirmava: "Apesar de dizerem que eu era genioso, indisciplinado como jogador, eu sabia acatar ordens". "Eu fui muito feliz com ele, mas ele era muito ciumento", lembra Dona Albertina. Após encerrar a carreira como jogador, Leônidas foi técnico do São Paulo por 73 jogos. Mas seu gênio o prejudicou. "Fracassei pelo meu temperamento".
MAIOR QUE O REIDentro de campo, seu desempenho foi a antítese do fracasso. No São Paulo foram 144 gols em 211 jogos. O atacante foi cinco vezes campeão paulista. Por crueldade do destino, viu o período de glórias da seleção brasileira como comentarista. Mas seu números o credenciam na seleção: 37 jogos (19 oficiais e 18 não oficiais), 37 gols (21 em jogos oficiais e 16 em não oficiais). Média de gols maior que Pelé (1 contra 0,83 do Rei) e empatada com a de Quarentinha (atacante do Botafogo que defendeu a seleção de 1959 a 1963 e fez 17 gols em 17 partidas). Quando morreu, em 24 de janeiro de 2004, em Cotia, sofrendo de Alzheimer, o ex-goleiro do Palmeiras e adversário de Leônidas, Oberdan Catani, definiu o que foi o Diamante Negro: "Era maior que Pelé".

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