quinta-feira, 29 de maio de 2014

Conheçam o criador da camisa canarinho da seleção brasileira de futebol

Conheçam o criador da camisa canarinho da seleção brasileira de futebol

Saibam quem foi o jornalista responsável pela criação do modelo de camisa que a seleção usa até hoje e que é símbolo de toda uma trajetória de vitórias

João Pachelli

Schlee com os três modelos que concorreram no festival
Don Aldyr Garcia Schlee é jornalista e um dos mais importantes romancistas e escritores da atualidade no Brasil. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, repórter e redator.
Além de residir no pampa gaúcho, próximo à divisa com o Uruguai, seu coração também se divide com relação ao país onde mora e o que realmente sente paixão.

Este célebre escritor tem mais de 30 obras publicadas, e um motivo apenas para nós brasileiros nos orgulharmos dele. Schlee foi quem criou a 'amarelinha' da seleção brasileira de futebol. 
A camisa canarinho que tanto conhecemos e vimos tantos craques alcatifar, foi um dos motivos de alegria para seu grande criador. "Durante muito tempo não dei bola para isso. Era uma coisa secundária, ou terciária, na minha vida”, minimiza ele.

A camisa canarinho da Copa 2014
Existe uma peculiaridade que há muito tempo Schlee carrega consigo, mas que não agrada a todos em sua família, nem mesmo a esposa Marlene. 
Apesar de ter criado o manto da seleção e morar no Brasil, não há quem faça Schlee torcer para outra seleção a não ser a do Uruguai.

A empresa Nike, que é responsável por fabricar as camisas de diversas seleções, entre elas a do Brasil envia constantemente presentes para o jornalista, convida para reuniões, para aconselhar nas novas criações, porém, não há quem faça ele vestir a camisa que ele mesmo criou.

A equipe da RTP Comunicação homenageia criador e criatura. Schlee, este jornalista que tanto fez pelo nosso país e pela nossa seleção de futebol, e também a sua cria, a camisa canarinho que completou 60 anos em janeiro deste ano. 


Bibliografia:
rdotempo.blogs.sapo.pt  pesquisado às 17h do dia 29/05/2014
http://www.terra.com.br/istoegente/337/reportagens/aldyr_schlee.htm pesquisado às 17:27h do dia 29/05/2014 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

GRANDE SHOW DO ULTRAJE A RIGOR ENCERRA A VIRADA CULTURAL EM JUNDIAÍ

Grande show da banda Ultraje a Rigor encerra a Virada Cultural em Jundiaí

Banda Paulistana dos anos 80 tocou vários de seus sucessos no encerramento do evento no Parque Comendador Antônio Carbonari

Márcio Teixeira e João Pachelli

Ultraje a Rigor animou a galera em Jundiaí
Um encerramento com chave de ouro da banda Ultraje a Rigor, marcou o fim da Virada Cultural Paulista, que começou ontem e terminou hoje em Jundiaí e outras cidades do interior.
No repertório do show não faltaram os grandes sucessos do grupo como: Nós vamos Invadir sua Praia, Ciúme, Sexo, Terceiro, Independente Futebol Clube, entre outros.
A banda também arrasou tocando músicas de outras bandas como: Ramones, Black Sabbath, Plebe Rude, numa apresentação que mesmo debaixo de chuva, agradou e descontraiu o público presente.





Roger fala sobre a banda
Em entrevista ao Blog RTP o vocalista Roger contou que sempre priorizou as músicas irreverentes desde o começo da carreira e por se tratarem de letras engraçadas e ousadas fazem sucesso até hoje: “Nosso objetivo sempre foi cativar os fãs com nossas músicas e nunca mudamos nosso estilo em respeito a esse público que curte nosso trabalho” relatou o vocalista. Quando perguntado sobre estar produzindo algum Cd novo ele respondeu que: “por enquanto continuamos trabalhando com nossos antigos sucessos que sempre agradaram e continuam agradando o público que acompanha nosso trabalho”.

O público compareceu em massa e curtiu o som da Ultraje
O baterista Bacalhau se diz preocupado com o momento político do País e que tem um grande receio do que pode ocorrer nas próximas eleições: “Precisamos alertar principalmente os jovens e os desavisados, que não tem uma visão clara da situação política do Brasil, sobre o que vem acontecendo dentro do atual governo e o que pode vir a acontecer caso toda essa corrupção continue” afirmou o músico.

Já o baixista Mingau, quando perguntado sobre agora o Ultraje estar na TV participando do programa The Noite do SBT, respondeu que “é um grande prazer estar ao lado do apresentador Danilo Gentili, estou gostando de participar do programa e achei muito legal a gente ganhar o troféu imprensa como melhor programa humorístico de 2013”.  

Roger cantou os hits da banda
O quarto integrante do grupo, o guitarrista Marcos Klein disse que tocar no Ultraje lhe dá muito prazer, “no começo foi uma honra por ser uma banda que curtia desde garoto, com o passar dos anos se tornou uma coisa normal e me sinto realizado como músico por fazer parte dela” informou.                                                                                                             A Virada Cultural terminou em grande estilo e esperamos que no ano que vem aconteçam grandes eventos como os deste ano.

Fotos: RTP Comunicação



Banda alemã Tusq participa da Virada

Foto: divulgação
A banda surgiu em 2009, quando amigos com ótima bagagem musical uniram-se para criar um estilo de som diferente.
A Tusq é de origem alemã, de Berlin e Hamburgo. O vocalista Uli Breibach já esteve no Brasil em 2006 quando tocava na banda D-Sailors. 
O guitarrista Timo Sauer fazia parte da banda  Schrottgrenze, o baixista Paul Knopacka (atualmente toca também na Herrenmagazin) e o baterista Holger Lüken (que era da Coalfield) lançaram em 2010 o seu primeiro álbum "Patience Camp" gravado na Finlândia pelo produtor Jürgen Hendlmeier.

nome Tusq foi influência do nome de um álbum de outra banda, a Fleetwood Mac.
O primeiro CD da Tusq foi lançado em 2010, agora estão divulgando o novo trabalho, segundo o guitarrista Timo Sauer, bem mais resolvido.
Os alemães abrirão shows de grandes bandas conhecidas do rock n' roll brasileiro em diversas cidades do Brasil.
Em Jundiaí, os roqueiros abriam o show da Ultraje a Rigor na noite deste domingo, (25).
O vocalista, em entrevista cedida para a RTP disse estar muito feliz no Brasil e que acharam que o País os recepcionaram muito bem.

domingo, 25 de maio de 2014

RTP Comunicação no show de stand-up comedy na Virada Cultural Paulista, no teatro Polytheama, em Jundiaí, com o humorista André Santi

RTP Comunicação no show de stand-up comedy na Virada Cultural Paulista, no teatro Polytheama, em Jundiaí, com o humorista André Santi



O humorista:

André Santi é comediante, ator e músico, experiências distintas que contribuíram para a rápida ascensão no mundo do Stand-Up Comedy, onde iniciou em 2009. 

Sucesso de público e crítica por onde esteve em cartaz e dono de um humor físico com um ritmo cativante que quebra o tradicionalismo do formato, tornando ainda mais atraente suas apresentações.

Com mais de 10 anos de experiência artística é um dos poucos humoristas que mistura diversas linguagens artísticas dentro de um único show. Desde 2009 André Santi se apresenta com os principais grupos e artistas do circuito da comédia e trabalha com shows e eventos empresariais.
André já esteve no Domingo Legal do SBT, “Tudo é Possível” na Rede Record, “Pânico” da rádio Jovem Pan FM e apresentou o programa “Os Impedidos” na Tv Gazeta.Também apresentou o quadro “Gongo da Pan” em 2011 e produz material humorístico para a rádio Jovem Pan FM e faz eventuais participações no programa "Pânico", da mesma emissóra.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Trabalhadores que produzem a bola da Copa ganham R$ 220 por mês

Trabalhadores que produzem a bola da Copa ganham R$ 220 por mês

Do Uol

Nos corredores da Adidas, funcionários brincam que o único país garantido na final da Copa do Mundo é o Paquistão. É ali no subcontinente indiano, na cidade de Sialkot, que está 70% da produção da Brazuca, a bola oficial do Mundial fabricada pela multinacional alemã.
O futebol não é o esporte mais popular no Paquistão, que herdou do colonizador britânico a paixão pelo críquete. Mas o país se tornou o centro da produção mundial de bolas de futebol. Em Sialkot, cerca de 2.000 fábricas produzem anualmente 20 milhões de bolas para as gigantes do setor, como Nike, Adidas e Reebok.
A empresa Forward Sports, a maior da região, ganhou o contrato da Adidas para o Mundial do Brasil, superando fábricas da China que foram responsável por toda a produção da Jabulani, a bola da Copa de 2010.
"Agora que o padrão de vida na China está crescendo, os salários também estão", disse Mohammad Younus Sony, chefe da associação da indústria de esportes do Paquistão, ao site da Bloomberg. "Nós temos um competidor a menos. Temos mais trabalho barato e nossos produtos são bons em preço."
A maioria dos 1.800 trabalhadores que costuram a bola da Copa recebem o salário mínimo no Paquistão, que foi recentemente reajustado para 10.000 rúpias mensais, o equivalente a cerca de R$ 220. O custo médio do aluguel de um apartamento de um quarto no centro da cidade é estimado em 17.500 rúpias (R$ 390). No Brasil, a Brazuca é encontrada nas lojas por até R$ 400.
A Câmara de Comércio de Sialkot admite que os salários pagos são baixos e que vem tentando mudar a situação. Mas os empregadores dizem depender de um aumento no preço do produto no mercado externo para turbinar os salários.
"Eu amo futebol porque eu sei que minha família não teria condições de comer se eu não costurasse bolas de futebol", disse Ghafoor Husain, 59 anos, ao site indonésio KBR.com. Husain é um dos 200 mil trabalhadores empregados por essa indústria, que é a base da economia de Sialkot (na entrada da cidade, uma bola de futebol dourada marca a importância do produto para os locais).
A tradição paquistanesa nesse mercado é antiga, mas foi abalada na década de 1990 quando organismos internacionais começaram a denunciar a exploração do trabalho infantil nas linhas de montagem.
Além da presença de crianças nas fábricas, a prática era estimulada por uma relação trabalhista que permitia ao trabalhador costurar as bolas em casa. O hábito criou a figura do atravessador, que levava material para casa, subempregava crianças na costura das bolas, e as entregava de volta para a empresa. Estimativas da época davam conta de que cerca de 10.000 crianças costuravam bolas de futebol no país.
Em um esforço conjunto com a Unicef e a Organização Internacional do Trabalho, as grandes marcas cancelaram contratos com empresas paquistanesas envolvidas na exploração infantil e as autoridades conseguiram diminuir a incidência da prática. As linhas de produção, agora, passam por inspeção independente e precisam cumprir regras que garantam a segurança dos trabalhadores.
A bola da vez
"A Adidas está sempre em busca de empresas parceiras que sejam líderes em seus ramos e que compartilhem nossos valores", disse um porta-voz da multinacional alemã. "A bola da vez da nossa produção agora é o Paquistão."
Além do menor custo de produção por conta dos salários baixos, a Adidas lista ações de combate à pirataria como outro fator para a escolha do país em detrimento da China, que, apesar disso, continua responsável por produzir uma percentagem das Brazucas postas no mercado. Com quedas na receita, a multinacional aposta no faturamento do futebol em ano de Copa para balancear suas finanças, conforme um relatório e uma carta a acionistas divulgados no início do mês.
Apesar de ter o esporte como base econômica da cidade, os habitantes de Siakolt e os próprios envolvidos na produção das bolas não vão se importar muito com o que estará acontecendo no Brasil a partir do dia 12 de junho. "Nós construímos um campo de futebol para os funcionários perto do galpão", disse Khwaja Masood Akhtar, o chefe da Forward Sports ao site Global Post. "Eles só jogam críquete lá."

Confiram o processo de fabricação da bola da Copa:

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ônibus voltam às ruas e terminais são abertos

Ônibus voltam às ruas e terminais são abertos

Os sete terminais de ônibus de Jundiaí estão sendo abertos desde às 10h30 desta quarta-feira (21) pela Secretaria de Transportes


A medida foi possível porque, às 10h, 132 coletivos estavam circulando na cidade – o que representa 70% da frota efetiva (em circulação) nos horários de entrepico. Para que a integração no sistema de transporte possa ser garantida e a população não seja prejudicada, é necessário ter este número de coletivos em operação.
Nesta quarta (21), prefeito fará apelo ao TRT para que caso seja imediatamente julgado
A Guarda Municipal garante a segurança de passageiros e trabalhadores com equipes nos terminais e também acompanhando os ônibus nas linhas.
Nesta quarta-feira (21), o prefeito Pedro Bigardi e representantes da sociedade civil também farão um apelo ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Campinas, para que julgue imediatamente o dissídio da categoria, colocando fim à greve.
Assessoria de Imprensa
Foto: Cleber de Almeida

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