segunda-feira, 14 de março de 2016

Arena Cross 2016 começa dia 19 de março, em Jundiaí

Arena Cross 2016 começa dia 19 de março, em Jundiaí

A organização do Arena Cross Brasil divulgou nota nesta sexta-feira, 5, informando o calendário da competição para 2016. A primeira etapa será no dia 19 de março, em Jundiaí

Da redação

A competição terá ainda mais quatro etapas, sendo quase todas em São Paulo – Campinas, Ilha Bela e Ilha Comprida. Apenas a última rodada está com cidade indefinida.
– Cada cidade que sedia uma prova do Arena recebe uma herança financeira importante. A cada final de semana são mais mil pessoas entre organização, imprensa, pilotos, equipes, Staffs que consomem na cidade. Os setores de hotelaria, alimentação e serviços em geral ganham muito. Sem contar a geração temporária de emprego a cada prova. Em tempos de turbulência econômica, aliar entretenimento com geração de renda para o município é muito importante – Destaca Carlinhos Romagnolli, CEO da Romagnolli Promoções e Eventos.
Calendário Arena Cross 2016
19 de março – Jundiaí, SP
9 de abril – Campinas, SP
30 de abril – Ilha Bela, SP
21 maio – Ilha Comprida, SP
11 de junho – À definir
 Transmissão ao vivo
A temporada 2016 do Arena Cross continuará a ser transmitida ao vivo pela internet – aqui no BRMX – e pelos canais Sportv, Bandsports e Band internacional.
 Relembre 2015
A temporada 2015 foi marcada pelo domínio do português Paulo Alberto, da Honda Mobil, na MX PRÓ. Seu maior concorrente foi o brasileiro Jean Ramos, da Yamaha Grupo Geração, sendo que o título só foi definido na última bateria do ano, em Ilhabela, São Paulo. O título da MX2 ficou nas mãos de Hector Assunção, que em 2016 disputará a categoria Pró.
– Em 2014 todos lutaram contra o espanhol Carlos Campano. Em 2015 eram todos atrás de Paulo Alberto. Essa temporada deve ser novamente acirrada entre as nações no Arena Cross. Creio que os brasileiros estarão mais preparados esse ano, o Jean (Ramos), por exemplo, fez uma segunda metade de campeonato excelente em 2015, não conquistou o título por muito pouco. Acho que será um grande embate entre eles, e também entre as equipes que correm com motos da Honda, Yamaha, Kawasaki, entre outras. Não tenho dúvida que o nível técnico será ainda maior – diz Leandro Romagnolli, diretor de marketing da organização.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Show dos Raimundos no Sesc Jundiaí traz o que rolou de melhor nesses 20 anos de estrada da banda

Show dos Raimundos no Sesc Jundiaí traz o que rolou de melhor nesses 20 anos de estrada da banda 


Foi uma verdadeira pauleira o show dos Raimundos no último dia 27 de novembro no ginásio do Sesc Jundiaí. Digão, Canisso, Marquim e Caio, levaram ao público, o que rolou de melhor nesses 20 enos de estrada com um repertório escolhido pelos fãs no site da banda

Márcio Teixeira

Acompanhe a seguir a entrevista exclusiva feita pelo repórter Márcio Teixeira da RTP Comunicação com o baixista Canisso feita antes do show.

O repórter da RTP com o ícone da banda Raimundos
RTP: Gostaria que você falasse um pouco sobre a carreira dos Raimundos. Nesses mais de 20 anos de estrada, vocês trouxeram uma influência totalmente diferente para o rock nacional quando surgiram no início dos anos 90, inclusive  com a influência de música nordestina nas composições. Queria que você falasse um pouco sobre sua carreira, sobre sua saída e seu retorno para a banda.



Canisso: Raimundos é uma banda que está comemorando 20 anos de lançamento do primeiro álbum: "Raimundos", é uma banda de Brasília, foi formada em meados de 87, 88, tem como principal influência uma mistura de punk rock, hard core, som pesado, com uma pegada de forró sacana. Não é um forró de raíz, é um forró de duplo sentido, bastante característico do Nordeste e principalmente do músico Zenilton, que é um cara que tem essa pegada desse tipo de forró e aí a gente foi experimentando. No início dos anos 90 a cena estava se abrindo para novas bandas, gravamos com o apoio do selo Banguela, que era formado pelos Titãs junto com o empresário Miranda e fomos a primeira banda totalmente independente a atingir a marca de disco de ouro, na época tivemos uma venda bastante expressiva, depois lançamos vários discos e fomos do Banguela pra gravadora Warner, que era dona do selo, passamos pra Major, e aí lançamos vários discos. Em 99 nós lançamos o "Só no Forevis", que foi o nosso disco de maior sucesso, ganhamos vários prêmios: na MTV, no Faustão, e aí realmente a banda aconteceu, com músicas como: "Mulher de Fases", "A Mais Pedida", "Me Lambe", músicas que até hoje a gente toca, porque são referências pra nós e pra muita gente. Depois disso a banda teve várias mudanças de integrantes, eu saí da banda durante 7 anos, mas em meados de 2007 nós voltamos com essa formação e recomeçamos de novo, devagarzinho, como gosto de falar: "comendo pela beiradinha", mostrando que a banda ainda tem bastante lenha pra queimar, essa formação ainda tem bastante relevância e estamos aí reconquistando nosso espaço na cena musical.
A galera lotou o local para ver a banda

RTP: Eu acompanho vocês desde o inìcio da carreira, depois da minha geração, já são mais duas gerações acompanhando a carreira dos Raimundos e agora com a música "Vida Inteira" sendo tema de abertura de "Malhação", dá uma abrangência maior ainda; como é tocar pra essa galera um pouco mais nova que está conhecendo agora o trabalho de vocês? 

Canisso: A gente sempre tocou pra uma galera mais nova e nós não conseguimos perceber eles mudando, na verdade eles vão crescendo e vão sendo substituidos por gente mais nova, sempre, mas o público dos Raimundos sempre foi um público de molecada mesmo, é um som bastante juvenil e é uma coisa bacana, porque da mesma forma que a gente conversa com os jovens a gente também recebe energia deles e isso nos mantém até um pouco mais novos. 

RTP: E o contato com outras bandas que sempre abraçaram vocês? O Ultraje a Rigor chegou a fazer disco junto com o Raimundos, Tico Santa Cruz do Detonautas já teve participação na banda, Dead Fish e Velhas Virgens, já tocaram junto com vocês, o grupo já abriu vários shows dos Titãs, os Paralamas do Sucesso gravaram a música: "Eu Quero é Ver o Oco"; como é o relacionamento dos Raimundos com todas essas bandas?
Rock do bom com os Raimundos em Jundiaí

Canisso: É uma família, a família do Rock'n Roll, é sempre um prazer nos encontrarmos, temos um respeito muito grande por todos eles, são nossos "primos" de certa forma, porque como disse somos uma grande família, com pequenas diferenças de estilos, de influências e tal, mas no palco sempre casa muito bem, porque a maioria delas tem um pézinho lá em Brasília. Os Paralamas moraram em Brasília, o Tico Santa Cruz, quando vai pra lá quer conhecer aonde começaram e rolavam as coisas, então a gente leva essa bandeira, digamos, do rock brasiliense, do rock do cerrado. Não que a gente seja decendente direto, mas fazemos parte do mesmo fenômeno que proporcionou sucesso a bandas como Capital Inicial, Legião Urbana, Plebe Rude, é aquela coisa lá de Brasília, lá é um tédio tão grande que se você não montar uma banda você não aguenta. 

RTP: Legal que estão sendo lançados vários filmes sobre o rock de Brasília e como está a nova geração de bandas? 

Canisso: É está vindo uma nova geração agora, a banda Escalênio por exemplo, porque não é uma coisa como aqui em Jundiaí, que você tem uma estrutura fenômenal, não estou falando que é uma cidade pequena, que não mereça ter, mas você vai numa cidade como Brasília e lá não tem essa estrutura toda. Em Brasília o cara tem que se virar, tem que criar do nada, tem que se reunir, arrumar uns equipamentos emprestados e tal, não existe uma estrutura como essa, então o músico pra fazer a coisa acontecer, tem que lutar tanto que acaba se destacando, ele acaba ficando um pouco melhor do que os de outras cidades.

RTP: No show de hoje vai ter músicas dos ábuns "Roda Viva", do "Cantigas de Roda"?

Canisso: Hoje é uma grande comemoração, é a turnê dos 20 anos, essas músicas foram escolhidas numa enquete feita no nosso site, então 90% do repertório foi escolhido pelo público e hoje é só alegria e o show sendo cedo é a melhor coisa que tem.

Ex-Jogador Edmundo, o "Animal", esteve em Jundiaí e fez a alegria dos torcedores do Verdão

Ex-Jogador Edmundo, o "Animal", esteve em Jundiaí e fez a alegria dos torcedores do Verdão

Torcedores do Palmeiras e admiradores do ex-jogador Edmundo puderam estar frente a frente com o "animal"

Márcio Teixeira e Leandro Dalarte

O 'animal' esteve em Jundiaí
O ex-jogador do Palmeiras e comentarista da TV Bandeirantes, Edmundo, esteve no último dia 19 de setembro, visitando a loja da Academia Store no Maxi Shopping Jundiaí, onde atendeu a imprensa e os fãs alvi-verdes, para autografar camisas e tirar fotos com os torcedores.

Acompanhe a entrevista feita em parceria pelo repórter Márcio Teixeira da RTP Comunicação e pelo repórter Leandro Dalarte da TVE Jundiaí.

TVE: Qual a importância do Palmeiras na sua vida?

Edmundo: O Palmeiras é sempre vivo na minha vida, clube que me recebeu com maior carinho, conseguimos vários títulos, eu fui conhecer o Palmeiras já adulto, já com 20 anos, mas eu me apaixonei, pra mim é como se fosse meu eterno amor, minha esposa, amor de mulher, que você conhece quando adulto já. 

TVE: Você se recorda de alguma vez jogando pelo Palmeiras aqui em Jundiaí? 

Edmundo: Olha não sou muito bom com essas coisas não, eu já vim aqui algumas vezes porque o ator Eri Jonson que é meu amigo, morou em Jundiaí, então eu vinha passar os finais de semana com ele aqui, agora jogar contra o Paulista eu não me recordo quantas vezes foram, e qual foram os placares não.

TVE: Você tem vontade de trabalhar no Palmeiras, seja como técnico, dirigente ou até mesmo presidente do clube?

O ex-craque do verdão distribuiu autógrafos
Edmundo: (Risos) Hoje aqui eu estou trabalhando para o Palmeiras, porque de alguma maneira ter este carinho, atender o público que não tem muito acesso que não está próximo da gente, é uma maneira de trabalhar, quando a gente abre mão de estar com a sua família, de estar com filhos, pra fazer um evento como esse é um trabalho, hoje trabalho na TV Bandeirantes, e não tenho muita expectativa de futuro, mas estou vindo morar em São Paulo, quero frequentar mais o clube, acompanhar os jogos, hoje se não estivesse aqui estaria no jogo do Palmeiras, enfim, quero estar mais próximo sim do clube, e aproveitar esse carinho que a torcida tem comigo. 

TVE: Você gosta de ser chamado de "Animal" pelos palmeirenses e por quem gosta e prestigia o seu trabalho?

Edmundo: Gosto especialmente pelos torcedores do Palmeiras, eu não tenho uma conotação dúbia, é sempre positivo, porque é um dos apelidos mais marcantes que alguem teve dentro do futebol, dado pela torcida, e com certeza é um carinho, por isso gosto bastante e eles também sentem esse prazer de me chamarem de "Animal". 

Edmundo posa para foto para o blog RTP
RTP: Você jogou em grandes clubes do futebol brasileiro, teve passagem pela Seleção Brasileira, disputou Copa do Mundo e agora como comentarista, o que você acha que ainda falta ou faltou na sua carreira dentro do futebol?

Edmundo: Sempre falta uma conquista, uma Libertadores pelo Palmeiras, que eu não estive presente, faltou jogar mais tempo, queria ter jogado mais partidas, faltou fazer o centésimo gol (risos), enfim, com a camisa do Palmeiras, faltaram algumas coisas, mas a gente nem sempre consegue tudo que almeja e o mais importante é que o torcedor de um modo geral entende que nem sempre dá pra fazer tudo, mas o que eu fiz, fiz com amor, com dedicação, e dei alegria, acho que por isso que tem um número expressivo de pessoas aqui pra me receber.

RTP: Palmeiras e Vasco estão ultimamente mais brigando contra rebaixamento do que por títulos, suas duas grandes paixões, você acha que vai demorar ainda um pouco pra que esses dois clubes voltem novamente a disputar títulos?

Edmundo: Não eu acho que o Palmeiras já brigou e vai brigar por títulos esse ano esse ano, o Vasco foi campeão carioca, é que quando começa o campeonato brasileiro, tem muitos times fortes, acho que o Palmeiras a partir de uma conquista e acredito que tem muita chance na Copa do Brasil, esse time vai se consolidar como um bom time, um grande time e aí vai pra frente, eu torço muito pra que o Palmeiras volte aos seus momentos de glórias e nós temos tudo, temos um excelente presidente, temos ótimos patrocínios, o estádio é um dos maiores e melhores do Brasil e os jogadores que foram contratados são muito bons, falta mesmo uma grande conquista e eu acredito que ela vai acontecer ainda nesse ano de 2015 ou no ano que vem, com certeza.     

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Banda Sigla: Um ano de nova formação e muita música

Banda Sigla: Um ano de nova formação e muita música

Com uma longa trajetória, a banda jundiaiense vem conquistando mais adeptos por onde toca

João Pachelli

A banda surgiu em 1991, após uma conversa entre os músicos e amigos Sérgio Santos, Paulo Nascimento, Márcio Menuchi e Cassiano fez surgir a banda Sigla.A falta de entrosamento e o fato de nunca terem tocado juntos não prejudicou em nada, o senso comum prevaleceu e o mesmo gosto pelo rock e punk rock nacional falou mais alto.As músicas que estavam em evidência nos anos 80 chamavam a atenção do público quando os jovens músicos tocavam. Logo, fazendo o caminho inverso das bandas que iniciam, e com a entrada do guitarrista Gianpaolo Lombardi, passaram a se dedicar às músicas autorais, o que levou a banda Sigla a realizar diversos shows somente com o trabalho próprio, dividindo o palco com bandas como Velhas Virgens, Pin Ups, Os Cleggs, entre outras.



Devido a algumas dificuldades de conciliar o trabalho e a música, Sérgio Santos e Gianpaolo deixaram a band. Uma nova fase surgiu, o trabalho autoral deu espaço ao repertório cover, composto exclusivamente por músicas do rock nacional.Nos anos seguintes a banda Sigla continuou com tudo sua atividade tendo em sua formação grandes amigos e músicos da região, como: Adelmo Sampaio (baixo), Marcel Ferreira (baixo), Chico (guitarra), Fabio Copette (teclado), Marcos Menuchi (vocal), Marcelo Ceolin (vocal) e Fernando (vocal).Após um breve período de inatividade, em 2011, a banda retornou aos palcos com uma nova formação, mas mantendo a mesma pegada. Marcelo Sudré (bateria), Marcel Ferreira (baixo), Camila Mieto (vocal) e Douglas Mastellaro (guitarra) fizeram parte da formação de retorno da Sigla.Hoje, a banda é um quarteto formado por Wellington (Cabeça) no vocal e guitarra, Juliano Pastro no baixo, Paulo Nascimento na guitarra e Márcio Menuchi na bateria. E atualmente resgata o que houve de melhor no cenário do rock nacional entre os anos 80 e 90.

Para o advogado e guitarrista Paulo Nascimento estar todos esses anos com a banda é muito bom e ainda mais completando mais um ano agitando a galera em toda a região. “Neste um ano desta formação a banda Sigla trabalhou intensamente,  foram muitos ensaios e muitos shows, adquirimos entrosamento e união e o resultado não poderia ser melhor. O maior prazer é ver a grande interação do público em nossos shows”, disse o guitarrista
Já o vocalista Wellington Vieira acredita que esse ano foi muito importante para a banda Sigla porque foi o ano em que encontraram uma formação onde realmente houve química entre os músicos. “Conseguimos resgatar a essência do rock nacional como queríamos, com simplicidade e com muita energia positiva. Foram mais de 60 shows, o que vem nos trazendo uma experiência de palco muito importante e também nos dando a oportunidade de divulgar nosso trabalho a um número cada vez maior de pessoas. O nosso som vem se tornando um som para todas as idades. A ideia é essa, levar a bandeira da boa música, do rock nacional, sempre com muita diversão”, completou o músico.Este ano a banda completou um ano com a atual formação em um show especial realizado em um conceituado bar em Jundiaí. Sempre contando com a presença de amigos, fãs e familiares, a Sigla acaba por se tornar uma grande família. 


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Titãs arrasam em show do Sesc Jundiaí


O show da turnê Nheengatu, novo disco dos Titãs, lançado em 2014, levou a plateia ao delírio ontem no Sesc Jundiaí. Em duas horas de apresentação, eles detonaram sucessos do novo disco e também do repertório antigo. Além disso os músicos subiram ao palco todos com máscaras de palhaço, o que deu um visual surpreendente e enigmático ao espetáculo. Mostra cada vez mais, que em todos esses anos de carreira, Paulo Miklos, Branco Melo, Tony Belloto e Sergio Brito, continuam na estrada pelo talento, caris
ma e pela força dos fãs que ontem entoaram todas as canções do começo ao fim do show. Valeu demais.

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